
Rehan Baig, 37, pai de quatro filhos, de Bradford, se declarou culpado de bestialidade e posse de material pornográfico extremo. Os juízes do Tribunal de Apelação decidiram que a sentença original era muito dura e reduziu sua sentença. Um detalhe chocante: devido a uma lacuna legal, o tribunal não poderia proibi-lo de possuir animais no futuro.
(Funcionários: Reino Unido / Justiça e Crime) ”Homem depravado que fez sexo com galinhas de estimação reduziu a pena de prisão.” Padrão da noite. .
Um caso chocante de bestialidade e abuso
Rehan Baig, um homem de 37 anos de Bradford, West Yorkshire, foi inicialmente condenado a três anos de prisão depois de admitir ter feito sexo com seus animais de estimação enquanto sua esposa filmava as cenas. Os abusos levaram à morte e ferimento de várias aves. Além da bestialidade, Baig também se declarou culpado de possuir imagens de abuso sexual infantil e por posse de cocaína e cannabis.
Redução da sentença no Tribunal de Apelação
Em 29 de janeiro de 2021, o Tribunal de Apelação de Londres reduziu a sentença de Baig de três anos para dois anos e quatro meses. Dois juízes seniores consideraram a sentença inicial muito longa.
Uma brecha legal controversa
Um aspecto que despertou indignação foi a impossibilidade do tribunal de proibir Baig de possuir animais no futuro. Os juízes constataram que, devido a uma lacuna legal, eles não tinham autoridade para impor tal proibição. Essa decisão atraiu críticas e revelou os limites da legislação britânica de proteção animal.
Reações e contexto
O caso foi amplamente divulgado na imprensa britânica, que descreveu Baig como “depravado” e “pervertido”. A descoberta do abuso foi feita pela Agência Nacional do Crime (NCA), que encontrou em seus computadores abuso sexual material de crianças e registros de bestialidade, incluindo um cachorro.
Conclusão
O caso de Rehan Baig é um exemplo perturbador de crueldade e abuso, que levantou sérias questões sobre a capacidade do sistema judicial britânico de proteger os animais e prevenir a recorrência em casos de tal gravidade. Reduzir a punição e a impossibilidade de proibir sua posse acrescentou uma nota de frustração e destacou a necessidade de reforma legislativa no campo da proteção animal.






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